Mon, 21 September 2009 Um amigo me pediu músicas legais e algumas coisas mais esquisitas para o seu iPod Shuffle. Atendi o pedido talvez com um pouco de coisa estranha a mais. Aqui, um shuffle do Shuffle:1. Coalition - Tricky 2. Sal e Cinzas - 1-Uik Project 3. Can't Roll Back - Strategy 4. Poem For Tables, Chairs, Etc. Part 2 - La Monte Young 5. All Beauty Is Our Enemy - Merzbow & Genesis P-Orridge Comments[2] |
Mon, 14 September 2009 Sempre gosto de saber dos sons que vêm dos hermanos. Mês passado, o amigo Dani Benevides aportou em casa com alguns discos de roque pope. Não seu outra: juntei os quatro para fazer um shuffle. Veja como o acaso trabalha melhor do que o Maradona:Vals - Shaman Y Los Hombres En Llamas Cambiar - Victoria Mil Ir al Baile - Onda Vaga Cartagena - Onda Vaga Tundra - Futbol Comments[3] |
Mon, 7 September 2009 ![]() Pouco antes de eu ficar doente, o Juliano Polimeno, da Phonobase, me mandou um link sensacional para baixar, de graça, uma versão de Hyperballad, da Björk, feita pelo Dirty Projectors. Essa versão faz parte de um projeto muito bacana do site Stereogum, de recriar o fantástico Post só com covers de artistas independentes, do Liars ao Xiu Xiu. Clique para baixar em zip todo o Tribute to Björk's Post. O que importa é que esta versão de Hyperballad serviu de pretexto para um shuffle só com músicas do Dirty Projectors, uma banda de Nova York que estreita o caminho entre a canção, muitas vezes inspirada pelo folk, e a música de vanguarda, num movimento parecido com o do começo do Grizzly Bear, isso antes de esses conterrâneos do Brooklyn optarem por um caminho mais pop. O legal é que este shuffle acabou selecionando aleatoriamente músicas de vários discos diferentes e dá uma boa pista da solidez do Dirty Projectors. Olha só: 1. Hyperballad 2. No Intention 3. Not Having Found 4. Thisty and Miserable 5. We Are Swaddled Comments[4] |
Mon, 31 August 2009 Foi um logo e tenebroso inverno. Fiquei mais de um mês deitado, sem poder usar o computador, tentando escapar de uma cirurgia na coluna. Foi o tempo mais longo que convivi com a dor na vida. Uma dor que não ia embora a despeito da força dos analgésicos. Nada mais natural que a volta do Discofonia venha com referências à dor. Selecionei músicas que falam da dor fisca, metafísica e metaforcamente. daí misturei tudo num shuffle. Ai:1. Painkillers - Cannibal Ox 2. Pain - Dangermouse and Sparklehorse feat. Iggy Pop 3. Cymbals And Aspirin (A Breakthrough In Pain Relief) - Matmos 4. It's a Bit of Pain - Faust 5. Too Much Pain - The Bug Featuring Ricky Ranking Comments[4] |
Mon, 13 July 2009 Bom, como hoje é dia de roque, e a maratona do fashback ininterrupto está quase no fim, selecionei vários discos gravados nos dois últimos anos numa lista e deixei a sorte escolher dez. Chega de saudade.1. Shea Stadium - Marnie Stern 2. This Walls - The Hospitals 3. Lucky Lucky Luck - Evangelista 4. Gardenia - Stephen Malkmus 5. Halfway Home - TV on the Radio 6. Rollercoaster - Psychic TV 7. Salute Your Solution - The Raconteurs 8. Threshold of Transformaion - Isis 9. Taurig - The Fall 10. Malibu Gas Station - Sonic Youth Comments[2] |
Mon, 29 June 2009 Esse podcast vai pra Eva Uviedo, que me viciou em Flight of the Conchords e ainda lembra de me mandar mensagem quando vai começar a passar na TV. Gripado, cheio de dores, a primeira temporada dessa série brilhante em que dois neozelandezes tentam emplacar sua banda nos Estados Unidos foi o que me mais me fez rir neste fim de semana passado. Por isso, joguei as músicas do seriado no shuffle. Ninguém parodia os clichês e os estilos musicais melhor do que o Flight of the Conchords, e esta seleção aleatória da uma amostra precisa do humor e do talento dos caras. Para começar a segunda sem pensar em Honduras, na seleção Brasileira, no IPI ou no ciático (coisa de velho).1. Bowie Song 2. The Most Beautiful Girl (In the Room) 3. Ladies of the World 4. Inner City Pressure 5. Hiphopopotamus vs. Rymenoceros Comments[2] |
Mon, 22 June 2009 O primeiro shuffle a gente nunca esquece. Depois de ter meu ipod furtado, comprei um novo na sexta. Foi um bom pretexto para organizar meus álbuns digitais no fim de semana, mas consegui ir só até os discos que começam com a letra f. Hoje de manhã, durante a caminhada rotineira com meu cachorro, rolou o shuffle inaugural. E começou pesado, com os japoneses psicodélicos do Acid Mothers Temple:1. Atomic Rotary Grinding God Quicksilver Machine Head - Acid Mothers Temple 2. Long Stroke - ADC Band 3.State: June '05 - Adriana Sá 4.Awesome Dub - The African Brothers and King Tubby 5.Ahlev de Bossa - Ahlev de Bossa Comments[4] |
Mon, 15 June 2009 Sexta assisti à estreia do show Zii e Zie, do Caetano Veloso aqui em São Paulo. Foi absolutamente maravilhoso, divino maravilhoso. A banda está estupenda e acho fenomenal que Caetano consiga ser mais roqueiro do que moleques com três vezes menos a idade dele. Digo isso porque foi um show de rock, isso pra quem entende que rock não é essa coisa estática, reacionária que os cultores do passado tentam preservar inventando todo tipo de cinto de castidade para os ouvidos. Bom, ainda com o show na cabeça, juntei as músicas que ele tocou numa lista e dei shuffle. Saiu assim:1. A Voz do Morto - Os Mutantes 2. Irene - Caetano Veloso 3. Lobão Tem Razão - Caetano Veloso 4. Incompatibilidade de Gênios - Caetano Veloso 5. Volver - Carlos Gardel Bom, também escrevi pra Folha sobre o show, quem tiver curiosidade de ler, está aqui o texto: Pode até ter sido coincidência, mas fez todo o sentido estrear o show "Zii e Zie" no Credicard Hall em São Paulo numa noite gelada de namorados, no meio de um feriado em que a cidade fervia com o fim da gestação da Parada do Orgulho GLBT. Mais até do que no disco "tios e tias", Caetano Veloso brinca o tempo todo com signos do masculino e do feminino durante o espetáculo. Em um jogo que funciona como um discurso político efetivo justamente porque se desprende de qualquer tentativa discursiva, de fazer uma política outra que não a do prazer. Esse embaralhamento de gêneros cresce no show em músicas do "Zii e Zie", como "Tarado ni Você" e "Menina da Ria", só para citar duas com pólos trocados, até chegar ao ápice numa versão rascante de "Eu Sou Neguinha", a última antes do bis, que teve "Três Travestis", desta vez sem citar o Fenômeno do Corinthians. Essa política privada do prazer passa também por tocar rock com a BandaCê e revisitar o projeto de modernidade do fim dos anos 60. A conexão é estabelecida já na primeira música do show, "A Voz do Morto", e segue por "Não Identificado", "Irene" e "Maria Bethânia", esta última dedicada ao dramaturgo Augusto Boal, que morreu no último mês de maio: "Foi em São Paulo que ele [Boal] fez o melhor de seu trabalho e Bethânia e eu aprendemos com ele". Dinâmica nervosa Nessas músicas, a banda formada por Pedro Sá (guitarra), Ricardo Dias Gomes (baixo e Rhodes) e Marcelo Callado (bateria) se solta. É um contraste bem interessante com as composições de agora, bem mais cubistas, fraturadas, com uma dinâmica mais nervosa. No show fica claro o quanto há de textura e uso inteligente do espaço nas composições do disco, quase todas no set list da estreia. É notável como elas alternam momentos de extrema contenção, em que há uma precisão milimétrica na distribuição dos acordes -similar a de um Battles, por exemplo-, com momentos de pura anarquia sonora: solos, feedback e Caetano deixando a frente para sumir no meio da banda. Há uma evolução grande em termos de composição e sonoridade em relação ao "Cê". Embora "Odeio" esteja no repertório, o show mostra um Caetano que está acima do ódio virulento, muitas vezes rancoroso do disco anterior. Em "Zii e Zie", o clima é de uma leve indecência, transgressora em sua aparente ingenuidade. No lugar da crise, está a liberdade e um bocado de solidão. Para quem acha que a nova fase é roqueira demais, houve um tempero sábio na sexta: "Trem das Cores", "Aquele Frevo Axé", "Incompatibilidade de Gênios", as lindas versões para o tango "Volver", de Carlos Gardel, e para a guitarrada quase tecnobrega "Água", de Kassin. Sem falar no final emocionante com "Força Estranha", em homenagem a Roberto Carlos. Comments[0] |
Tue, 9 June 2009 1. Geladeira Amarela - 3 Hombres 2. O Padre Hippie - Fellini 3. Burros & Oceanos - Fellini 4. Canção - 3 Hombres 5. Mãe dos Gatos - Fellini Comments[1] |
Mon, 1 June 2009 Nos últimos anos, tenho ouvido cada vez mais os sons da Nigéria. Como a maior parte das pessoas que conheço, meu primeiro contato foi com o afrobeat, mais precisamente com Fela Kuti. Hoje tem toda uma série de bandas que usam os ensinametos do afrobeat nos Estados Unidos e na Europa. De certa maneira, até a cozinha da Nação Zumbi bebe bem nos sons nigerianos. Acho bem interessantes esses sons mas quando aprofundei um pouco meu interesse, vi que existe bem mais afrobeat no país, os que eu mais gosto são os sons que misturam as raízes africana com o blues, numa espécie de reviravolta do tempo de dar orgulho a JJ Abrams. Neste fim de semana ensolarado a Nigéria invadiu meus ouvidos, com sons antigos e mais novos. E o extrato desse domingo africano resultou nesta seleção de músicas selecionadas aleatoriamente. O legal é que só tem um Fela Kuti e dá para sacar um pouco da diversidade desse som que se consolida na Nigéria dos anos 70.1. Viva Nigeria - Fela Randsome Kuti 2. Aids - Segun Damisa & The Afro Beat Crusaders 3. Omo Yen Wu Mi - Shadow Abraham with Mono Mono Friends 4. Enjoy Yourself - Sahara All Stars Band Jos (foto) 5. Eddie Quansa - Peacocks Guiter Band Comments[1] |
Mon, 25 May 2009 Com o relançamento do Eph, do Fridge, de 1999, um disco essencial do pós-rock inglês, e também de Early Output 1996-1998, voltei a ficar fissurado por esse trio formado pelo Kieran Hebden na guitarra, Adem Ilah, no baixo e Sam Jeffers na bateria. Claro, o mais famoso dos três é o Kieran, que responde pela alcunha de Four Tet. Então reuni os discos do Fridge e do Four Tet para ver no que dava no shuffle:1. Sun Drums And Soil (Part 2) - Four Tet 2. Orko - Fridge 3. Tuum - Fride 4. Thirtysixtwentyfive - Four Tet 5. Pockets - Four Tet Comments[2] |
Mon, 18 May 2009 Fim de semana caseiro (de novo), e botei uns velhos discos de bandas do coletivo americano Anticon que não ouvia há um tempo e me empolguei. Comprei o novo do Themslves (foto), que está ótimo e resolvi dar um shuffle numa lista com bandas e projetos relacionados a essa turma que nasceu com o hiphop alternativo e hoje está até em projetos de rock. O bom é que na mistura vieram coisas novas e mais antigas, do começo destes anos 00. 1. For No Money - Themselves feat. Sole 2. Sweet Cream in It - Jel 3. Riffle Eyes - cLOUDDEAD 4. Reflections - Atmosphere 5. Martyr Theme Song - Sole & Moodswing9 Comments[1] |
Mon, 11 May 2009 Neste fim de semana bem caseiro, fiquei ouvindo bastante Chinatown Wars, parceria do Ghostface com o DOOM, que está na trilha do novo GTA e está disponível para download no site da Stones Throw. Isso deu o mote para fazer este podcast com mais músicas do MF Doom e suas diversas parcerias, selecionadas, claro, ao acaso a partir do excelente remix de Chinatown Wars. Veja o que a sorte nos reservou:1. Chinatown Wars - Ghostface & DOOM 2. Batty Boyz - DOOM 3. Guinesses - MF Doom featuring Angelika & 4ize 4. Bada Bing - Danger Doom 5. Mince Meat - Danger Doom Comments[0] |
Mon, 4 May 2009 Neste fim de semana estava ouvindo uns sons de krautrock, o controverso estilo alemão que é pai do rock moderno e da eletrônica, para escolher os sons do Projeto 1001 de sexta que vem. E como foi praticamente um fim de semana germânico, resolvi embaralhar uma playlist com sons poderosos de krautrock, que é abrangente o suficiente para ir desde o fim dos anos 60 até os anos 2000, principalmente com as gravações atuais dos músicos que formaram as primeiras bandas, como Faust, Neu!, Can, Kluster e a segunda leva, como Kraftwerk e Tangerine Dream (foto). O curioso é que nesta seleção ao acaso, entraram justamente sons mais recentes e do meio dos anos 70 para cá. E achei legal justamente porque prova a elasticidade do rótulo. A lista:1. This Is the Rule - Jaki Liebezeit & The Phantom Band 2. Waters - Message 3. Cloudburt Flight - Tangerine Dream 4. Totem - Klaus Schulze 5. San Francisco, Pt 1: Backup Dream - Holgar Czukay & Dr. Walker Comments[2] |
Mon, 27 April 2009 Neste domingo li um artigo bem bom do Peter Shapiro na Wire de maio sobre o Roland TB-303 Bass Line e fiquei com vontade de ouvir acid house. Na verdade, essa é uma vontade que bate de tempos em tempos, justamente porque esse baixo completamente oscilante, distorcido dá uma luz incrível. Aproveitei e tirei da coletânea Mad on Acid, as faixas desse podcast, que, por acaso, começa bem pelo começo, com a sensacional "Acid Tracks", do Phuture.1. Acid Tracks - Phuture 2. Shout - Adonis 3. House This House - Mr. Lee 4. I Gotta Big Dick - Maurice 5. Hot Hands - Hula Comments[1] |
Mon, 13 April 2009 Depois de uma folguinha na Páscoa, volto com este Shuffle ousado. De novo, botei todo o iTunes na roda e até que saiu uma seleção quase coesa. Isso pensando no que poderia ser. Mesmo o Bad Brains (foto), que é o som mais pesado, casa um pouco com o Junior Murvin do começo. Vamos aos sons:1. Rocks Train - Junior Murvin & Dillinger 2. Prision on Route 41 - Calexico/Iron & Wine 3. Give Thanks and Praises - Bad Brains 4. All I Am - Tao Jones 5. Paris 2004 - Peter, Bjorn & John []s Gui Comments[0] |
Mon, 6 April 2009 Nesta semana, deve rolar uma entrevista grande com o Tremendão para a Trip. Por isso, passei o fim de semana lendo sobre a Jovem Guarda e ouvindo os primeiros discos do Erasmo Carlos. E vem desses discos fantásticos, que deveriam ser tão incensados quanto os do Roberto Carlos, a seleção aleatória desta segunda. Vamos aos sons:1. Vem Quente que eu Estou Fervendo 2. Dois Animais na Selva Suja da Rua 3. Grilos 4. Mundo Cão 5. Continente Perdido (Terra de Montezuma) []s Guilherme Comments[1] |
Mon, 30 March 2009 Fazia tempo que eu não tocava jazz aqui no Discofonia, então fiz uma busca por jazz na minha bliblioteca do iTunes e olha o que saiu:1. Heavenly Ascending - Roy Campbell Pyramid Trio (foto) 2. Prelude to a Kiss - Matthew Shipp Quartet 3. Chameleon - Herbie Hancock 4. Pigfoot - Paul Bley Trio 5. Slow Tenor and Bass - Art Ensemble of Chicago []s Guilherme Comments[4] |
Mon, 23 March 2009 Rapidinho que é dia de fechamento e eu estou bem louco escrevendo. Mais um com músicas do ano passado. Olha aí:1. Dust - Gang Gang Dance 2. Transgenesis - Fanu & Bill Laswell 3. Truth is Dark Like Outer Space - Evangelista 4. I Was Made For You - She & Him 5. Victoria's Secret - Quiet Village []s Guilherme Comments[7] |
Mon, 16 March 2009 Desta vez dei Shuffle numa lista de discos do ano passado. Olha o que saiu:1. Exegesis - Why? 2. Red Nights - Stereo Image 3. Calvary Scars - Deerhunter (foto) 4. Jagged Fruit - Deerhoof 5. Arcadia Telefon Tel Aviv Mix - Apparat Only songs from 2008 in this shuffle. []s Guilherme Comments[1] |
Mon, 9 March 2009 O shuffle da semana foi outro de toda a minha biblioteca de música de casa, e começa rasgando com "Strange", a minha música preferida do "Pink Flag", disco seminal do Wire (foto). Na sequência, rola uma do Beans, 56, num disco em que o rapper toca com o baixista William Parker. "Vandalusia" ao vivo, do disco-tributo a Robert Wyatt "Soupsongs Live" da um tom de interlúdio, quebrado totalmente pelo reggae eletrônico do Modeselektor. No final, uma clássica que eu amo, "China Girl" do Iggy Pop, injustamente ofuscada pela versão do Bowie. 1. Strange - Wire 2. 56 - Beans 3 - Vandalusia - Robert Wyatt 4. Happy Birthday - Modeselektor 5. China Girl - Iggy Pop []s Guilherme Another random adventure... Comments[0] |
Mon, 2 March 2009 Bom depois de um longo e não tão tenebroso verão, o Discofonia volta à
ativa. Agora com três podcasts semanais. Na verdade, três versões do
Discofonia clássico.Esse primeiro é o Discofonia Shuffle. Na quarta, começa o Lançamentos do Discofonia, sempre com três músicas novas. Na sexta é dia do maior podcast da Semana, o projeto 1001, com minhas músicas preferidas de todos os tempos e gêneros. Neste Discofonia Shuffle, a idéia é simples: um oráculo de cinco músicas para começar a semana. Hoje, dei uma embaralhada na minha biblioteca de música em casa. Saiu uma mistura bem interessante. Olha aí: 1. Life's a Scream - A Certain Ratio 2. Brother - Vashti Bunyan 3. Tokyo Uno - I:Cube 4. Higher - Sly and the Family Stone 5. Neném Gravidez - Tom Zé I'm not going to lay low on podcasts in 2009. If 2008 was almost a lost year here on Discofonia, now I present you three new weekely shows: Discofonia Shuffle, with five random choices from my vaults on Monday. Lançamentos do Discofonia, with three new releases on Wednesday. And Projeto 1001, a series of podcasts to play my favorite songs ever, on Friday's. [] Guilherme Comments[1] |



Um amigo me pediu músicas legais e algumas coisas mais esquisitas para o seu iPod Shuffle. Atendi o pedido talvez com um pouco de coisa estranha a mais. Aqui, um shuffle do Shuffle:
Sempre gosto de saber dos sons que vêm dos hermanos. Mês passado, o amigo Dani Benevides aportou em casa com alguns discos de roque pope. Não seu outra: juntei os quatro para fazer um shuffle. Veja como o acaso trabalha melhor do que o Maradona:
Foi um logo e tenebroso inverno. Fiquei mais de um mês deitado, sem poder usar o computador, tentando escapar de uma cirurgia na coluna. Foi o tempo mais longo que convivi com a dor na vida. Uma dor que não ia embora a despeito da força dos analgésicos. Nada mais natural que a volta do Discofonia venha com referências à dor. Selecionei músicas que falam da dor fisca, metafísica e metaforcamente. daí misturei tudo num shuffle. Ai:
Bom, como hoje é dia de roque, e a maratona do fashback ininterrupto está quase no fim, selecionei vários discos gravados nos dois últimos anos numa lista e deixei a sorte escolher dez. Chega de saudade.
Esse podcast vai pra Eva Uviedo, que me viciou em
O primeiro shuffle a gente nunca esquece. Depois de ter meu ipod furtado, comprei um novo na sexta. Foi um bom pretexto para organizar meus álbuns digitais no fim de semana, mas consegui ir só até os discos que começam com a letra f. Hoje de manhã, durante a caminhada rotineira com meu cachorro, rolou o shuffle inaugural. E começou pesado, com os japoneses psicodélicos do Acid Mothers Temple:
Sexta assisti à estreia do show Zii e Zie, do Caetano Veloso aqui em São Paulo. Foi absolutamente maravilhoso, divino maravilhoso. A banda está estupenda e acho fenomenal que Caetano consiga ser mais roqueiro do que moleques com três vezes menos a idade dele. Digo isso porque foi um show de rock, isso pra quem entende que rock não é essa coisa estática, reacionária que os cultores do passado tentam preservar inventando todo tipo de cinto de castidade para os ouvidos. Bom, ainda com o show na cabeça, juntei as músicas que ele tocou numa lista e dei shuffle. Saiu assim:
Nos últimos anos, tenho ouvido cada vez mais os sons da Nigéria. Como a maior parte das pessoas que conheço, meu primeiro contato foi com o afrobeat, mais precisamente com Fela Kuti. Hoje tem toda uma série de bandas que usam os ensinametos do afrobeat nos Estados Unidos e na Europa. De certa maneira, até a cozinha da Nação Zumbi bebe bem nos sons nigerianos. Acho bem interessantes esses sons mas quando aprofundei um pouco meu interesse, vi que existe bem mais afrobeat no país, os que eu mais gosto são os sons que misturam as raízes africana com o blues, numa espécie de reviravolta do tempo de dar orgulho a JJ Abrams. Neste fim de semana ensolarado a Nigéria invadiu meus ouvidos, com sons antigos e mais novos. E o extrato desse domingo africano resultou nesta seleção de músicas selecionadas aleatoriamente. O legal é que só tem um Fela Kuti e dá para sacar um pouco da diversidade desse som que se consolida na Nigéria dos anos 70.
Com o relançamento do
Fim de semana caseiro (de novo), e botei uns velhos discos de bandas do coletivo americano
Neste fim de semana bem caseiro, fiquei ouvindo bastante
Neste fim de semana estava ouvindo uns sons de
Neste domingo li um artigo bem bom do Peter Shapiro
Depois de uma folguinha na Páscoa, volto com este Shuffle ousado. De novo, botei todo o iTunes na roda e até que saiu uma seleção quase coesa. Isso pensando no que poderia ser. Mesmo o Bad Brains (foto), que é o som mais pesado, casa um pouco com o Junior Murvin do começo. Vamos aos sons:
Nesta semana, deve rolar uma entrevista grande com o Tremendão para a Trip. Por isso, passei o fim de semana lendo sobre a Jovem Guarda e ouvindo os primeiros discos do
Fazia tempo que eu não tocava jazz aqui no Discofonia, então fiz uma busca por jazz na minha bliblioteca do iTunes e olha o que saiu:
Rapidinho que é dia de fechamento e eu estou bem louco escrevendo. Mais um com músicas do ano passado. Olha aí:
Desta vez dei Shuffle numa lista de discos do ano passado. Olha o que saiu:
O shuffle da semana foi outro de toda a minha biblioteca de música de casa, e começa rasgando com "Strange", a minha música preferida do "Pink Flag", disco seminal do Wire (foto). Na sequência, rola uma do Beans, 56, num disco em que o rapper toca com o baixista William Parker. "Vandalusia" ao vivo, do disco-tributo a Robert Wyatt "Soupsongs Live" da um tom de interlúdio, quebrado totalmente pelo reggae eletrônico do Modeselektor. No final, uma clássica que eu amo, "China Girl" do Iggy Pop, injustamente ofuscada pela versão do Bowie.
Bom depois de um longo e não tão tenebroso verão, o Discofonia volta à
ativa. Agora com três podcasts semanais. Na verdade, três versões do
Discofonia clássico.Esse primeiro é o Discofonia Shuffle. Na quarta, começa o Lançamentos do Discofonia, sempre com três músicas novas. Na sexta é dia do maior podcast da Semana, o projeto 1001, com minhas músicas preferidas de todos os tempos e gêneros. 